Ninguém procura um advogado sem motivos. Por isso, levamos cada caso com a seriedade e dedicação que o seu momento exige — tratando os seus problemas como se fossem nossos.
Atuamos na esfera cível, tanto judicial quanto extrajudicialmente, com profundidade técnica e comprometimento real com cada cliente.
Defesa dos seus direitos nas relações de consumo, cobranças indevidas, produtos defeituosos e negativação indevida.
Reparação de danos materiais e morais decorrentes de acidentes, negligência profissional e atos ilícitos.
Elaboração, revisão e resolução de conflitos contratuais. Proteção dos seus interesses em todas as fases do negócio.
Divórcio, guarda, alimentos, inventário e partilha. Tratamos questões delicadas com discrição e humanidade.
Jorge Ferraz é advogado formado pela Faculdade de Direito do Recife (UFPE) — uma das mais tradicionais instituições jurídicas do Brasil. Atua na esfera cível com rigor técnico e atenção pessoal a cada caso.
Realizamos atendimentos de forma remota (videoconferência) ou presencial — adaptando o formato à sua necessidade e localização.
@jorgeferraz.advInformação jurídica clara e acessível. Clique em qualquer artigo para ler na íntegra.
Comprar um produto e descobrir que ele é defeituoso é uma situação frustrante — e muito mais comum do que deveria ser. O CDC garante direitos claros, mas poucas pessoas sabem exatamente como exercê-los.
Ler artigo →Fraudes bancárias explodiram no Brasil com a popularização do Pix. O que muita gente não sabe é que, em muitos casos, o banco pode ser responsabilizado — e o dinheiro, recuperado pela via judicial.
Ler artigo →Assinar um contrato sem a devida atenção é um dos erros mais comuns — e mais caros — que pessoas e empresas cometem. Veja o que um advogado verifica antes de recomendar a assinatura de qualquer documento.
Ler artigo →Comprar um produto e descobrir que ele apresenta defeito é uma situação frustrante — e, infelizmente, muito mais comum do que deveria ser. O que muitas pessoas não sabem é que o Código de Defesa do Consumidor (CDC) oferece proteção ampla nessas situações, com prazos e direitos bem definidos que independem da vontade do fornecedor.
A lei distingue dois tipos de problema. O vício aparente é aquele que pode ser identificado no momento da compra ou logo após. Já o defeito oculto só se manifesta depois de algum tempo de uso. Os prazos para reclamar são:
Se o defeito não for corrigido em até 30 dias, o consumidor pode escolher entre três alternativas, a seu critério:
Situações de descaso, demora excessiva no atendimento ou tratamento humilhante por parte do fornecedor podem ensejar pedido de indenização por danos morais. Os tribunais brasileiros têm reconhecido esses casos com frequência crescente.
Guarde sempre a nota fiscal e registre o defeito por escrito. Se o fornecedor se recusar a solucionar o problema dentro do prazo legal, o caminho é acionar o Procon ou buscar orientação jurídica para avaliar a melhor alternativa, incluindo uma ação judicial quando necessário.
Está com um problema parecido? Fale conosco — analisamos o seu caso sem compromisso.
Falar no WhatsApp →As fraudes bancárias cresceram de forma alarmante no Brasil desde a popularização do Pix. Golpes sofisticados resultam em prejuízos que muitas vezes chegam a dezenas de milhares de reais em questão de minutos. O que a maior parte das vítimas não sabe é que o banco pode ser responsabilizado pela falha — e que existe caminho jurídico para buscar o ressarcimento.
As instituições financeiras estão sujeitas ao Código de Defesa do Consumidor. O STJ consolidou o entendimento de que os bancos respondem de forma objetiva pelos danos causados por fraudes eletrônicas — independentemente de culpa. O risco de fraude é inerente à atividade bancária, e cabe à instituição adotar mecanismos suficientes de segurança.
É comum que o banco negue o ressarcimento alegando que a transação foi "autorizada" pelo correntista. Esse argumento tem sido sistematicamente afastado pelos tribunais quando se comprova que a autorização decorreu de fraude ou de falha na segurança da plataforma. A via judicial costuma ser o caminho mais eficaz.
Sofreu uma fraude bancária e o banco se recusou a ressarcir? Fale conosco.
Falar no WhatsApp →Todo mundo já se viu diante de um contrato extenso, em letras miúdas, com termos que parecem complicados — e sentiu a tentação de simplesmente assinar e seguir em frente. É um erro que pode sair muito caro. Contratos criam obrigações e direitos que podem perdurar por anos.
No Direito, vigora o princípio de que os contratos devem ser cumpridos — pacta sunt servanda. Uma vez assinado, o contrato vincula as partes às suas cláusulas, mesmo que depois se perceba que o negócio não era tão vantajoso quanto parecia.
Em situações específicas, sim. O Código Civil prevê a possibilidade de revisão quando há onerosidade excessiva decorrente de fatos imprevisíveis. O CDC vai além, permitindo a revisão de cláusulas abusivas em contratos de consumo já em vigor. Mas o melhor caminho é sempre a prevenção.
Tem um contrato para assinar ou quer revisar algo já assinado? Fale conosco antes de decidir.
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